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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

ORAÇÃO, DELEITE DE DEUS

“O sacrifício dos perversos é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos é o seu contentamento”Pv 15.8
Oração e vida caminham de mãos dadas. Antes de Deus aceitar a oferta, ele precisa aceitar o ofertante; antes de ouvir a oração, ele precisa receber a pessoa que ora. Não se pode separar a oração da vida de quem ora. Por isso, o sacrifício dos perversos é abominável para Deus. Quando Deus rejeita a vida do adorador, ele rejeita também sua adoração.
Foi assim com Caim. Deus rejeitou sua vida e sua oferta. Quando o perverso, que abertamente afronta a Deus, vem sacrificar, esse sacrifício é abominável para Deus, pois seu sacrifício não é verdadeiro nem sincero. A adoração deve ser em espírito e em verdade. O culto a Deus precisa ser bíblico e de todo o coração ou então é anátema. Por outro lado, a oração dos retos é o contentamento de Deus, pois ele tem prazer em receber seus filhos, ouvi-los e atendê-los.
Deus não escuta todas as orações. Ele escuta as orações daqueles que vivem em sua presença e deleitam-se em sua palavra. A vida de quem ora é a vida de sua oração. Temos intimidade com Deus, depois oramos com fervor. Andamos com Deus, depois oramos com eficácia. Fazemos a vontade de Deus, depois nossa oração torna-se o contentamento de Deus. A oração traz alegria ao coração de Deus e também ao nosso coração; produz resultados benditos no céu e também na terra.
Referência para leitura: Gênesis 4.1-7

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ORANDO PELA CIDADE

“Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao Senhor; porque na sua paz vós tereis paz”Jr 29.7
O cativeiro babilônico foi um amargo remédio ao povo de Judá. Porque não escutaram a voz da graça, tiveram que receber o chicote da disciplina. O povo foi desterrado e levado para o exílio. Foram setenta anos de amarga escravidão. Muitos judeus dependuraram suas harpas e deixaram de cantar os cânticos de Sião. Outros foram picados pelo veneno da mágoa e nutriram no coração sede de vingança. É nesse contexto que Jeremias se dirige aos exilados ordenando-os a procurarem a paz da cidade para onde haviam sido desterrados, em vez de desejarem a destruição dela.
Em vez de imprecar juízos condenatórios à Babilônia, deviam orar por ela ao Senhor, uma vez que a vingança pertence a Deus. A paz que eles queriam para si seria alcançada na medida que a Babilônia tivesse paz. Com isso, o profeta nos ensina algumas verdades importantes. Devemos reagir à disciplina de Deus com humildade e mansidão e não com revolta e amargura. Devemos ser pacificadores até na vida daqueles que nos oprimem. Devemos orar até por aqueles que nos perseguem.
Encontramos a paz de Deus em nosso coração quando somos agentes da paz e não promotores de conflitos. A fonte dos nossos maiores problemas não está fora de nós, mas em nosso próprio coração. Perdão e oração trazem bênçãos para os outros e cura para nós.
Referência para leitura: Jeremias 29.1-9

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

ORAÇÃO E ESPERA

“De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando”Sl 5.3
Oração é falar com Deus. É erguer aos céus a nossa voz e apresentar a Deus a nossa adoração, petição e ações de graças. No texto acima, Davi nos ensina três verdades importantes. Primeira, devemos buscar a Deus logo no começo do dia. Começar a jornada do dia na presença de Deus, na dependência de Deus, buscando a orientação de Deus é otimizar toda a agenda do dia. Deus deve vir antes de nós; seu reino deve vir antes dos nossos interesses. Nossa voz deve ser ouvida no céu logo de manhã.
Segunda, devemos apresentar a Deus a nossa oração constantemente. A cada manhã devemos orar. A cada manhã devemos buscar o refúgio do Altíssimo. A cada manhã devemos apresentar a Deus a nossa oração, pois ele é a fonte de todo o nosso deleite e o supridor de todas as nossas necessidades. Pela oração temos comunhão com Deus e pela oração somos fortalecidos com o seu poder.
Terceira, a oração a Deus deve nos levar a uma profunda expectativa de resposta. Orar é uma pista de mão dupla. Erguemos aos céus nossa voz e ficamos esperando. Ao mesmo tempo que falamos a Deus, inclinamos nossos ouvidos para ouvir sua resposta. Não oramos apenas para nos sentir bem; oramos para ver as intervenções poderosas de Deus na história, pois ele age por meio das orações do seu povo.
Referência para leitura: Salmos 5.1-12

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