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domingo, 25 de setembro de 2016

SEDE SÓBRIOS!

“Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver...”1Pe 1:18
O verso 18 começa com a palavra sabendo. Este vocábulo destaca o fato de que o cristão deve procurar conhecer mais sobre o Deus Trino, de si mesmo, do mundo em que vive, da salvação e de muitos outros assuntos, com o objetivo de manter sua mente alerta e desperta para captar qual é a vontade de Deus. Adiciono que necessita ser perceptivo ao mover divino e saber aproveitar os recursos espirituais que Deus tem dado.
Outra ordem específica é: Sede sóbrios! (v 13). A ideia é ser disciplinado, controlado e estável. Seja disciplinado nas atitudes, no falar, nas reações e na conduta. A sobriedade requer uma atitude de prudência em todas as coisas, inclusive a de restringir o uso do poder, dos direitos e dos privilégios. Apesar de viver numa sociedade inimiga, o cristão tem de viver com uma atitude de otimismo permanente.
Suas reações para com as diversas situações devem ser governadas por esta qualidade. Note: não é um otimismo sem razão. Confiamos fervorosamente na volta de Jesus Cristo e nas promessas de Deus. Este ato glorioso marcará o fim de nossos sofrimentos e da oposição do mundo, bem como o início de uma nova ordem que inclui todo o universo. Quer um estímulo maior do que esse?
Referência para leitura: 1 Pedro 1

sábado, 24 de setembro de 2016

NOSSA FÉ E ESPERANÇA NELE

“E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dos mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus” 1Pe 1.21

Somos viajantes neste mundo, nada mais. Não pertencemos ao mundo de pecado, rebeldia e egoísmo, mas ao céu e a Deus, nosso verdadeiro Pai. O versículo 18 reitera essa verdade e assevera que ele nos redimiu e nos resgatou da nossa vã maneira de viver que nos conduzia a um destino cruel. Ele nos salvou de uma existência inútil para nos fazer cidadãos do céu. Portanto, nossa fé e esperança estão nele.
Deus mesmo é a base firme de confiança e esperança do cristão. Os filhos de Deus atribulados precisam de esperança. Não podem senti-la nem ter otimismo, a menos que confiem na única pessoa que é imutável e fiel. Nós confiamos em Deus porque Jesus nos salvou por sua morte na cruz. Como consequência, ele nos resgatou do pecado e da vida inútil que levávamos. Tudo isto é seguro e comprovado. Por isso devemos viver a nossa vida em santidade a cada dia, vivendo para agradar a nosso Pai Celestial.
Por fim, estamos seguindo em direção à nossa casa que nos espera no céu. Nesse caminho nos deparamos com a dificuldade, com a dor e o pranto e com o brilho do mundo que tenta nos seduzir, mas, se a nossa fé e esperança estiverem firmes em Deus, seguiremos a viagem desfrutando das bênçãos sem igual do nosso amado Pai.
Referência para leitura: 1 Pedro 1

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

AMOR FRATERNAL

“...tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” 1Pe 1.22
Jesus deu-nos um novo mandamento: ``que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei`` e acrescentou que o teste para saber se somos seus discípulos, é se “vos amardes uns aos outros” (Jo 13.34,35). Entre os irmãos em Cristo, o que os identifica como tais, é o amor. Essa é a identidade do cristão! Escrevendo aos que sofriam em meio a uma sociedade hostil, Pedro recorda-lhes o dever de exibir o amor fraternal. A tensão que os cristãos experimentam ao enfrentar a oposição do mundo, pode uni-los ou distanciá-los.
Todavia, o amor é necessário para que se apoiem e se animem nas circunstâncias difíceis. Um modo de pregar as realidades do poder do evangelho é manifestar amor, harmonia e apoio mútuo entre os irmãos. O amor fraternal mostra aos irmãos em Cristo que eles têm muitas coisas em comum. Por exemplo, em uma família seus membros possuem os mesmos pais, compartilham a mesma casa e carregam as mesmas características e interesses familiares.
Do lado espiritual sucede a mesma coisa: possuímos a mesma natureza e o Espírito Santo que Deus nos concedeu. Temos que compartilhar os mesmos propósitos e a conduta que Deus nos manda. Assim, estamos obrigados a amar uns aos outros.
Referência para leitura: 1 Pedro 1

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