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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Mais que um carpinteiro!

Olhando para o gólgota enxergamos um madeiro tirado de uma arvore transformado numa cruz. Objeto de vergonha, dor e maldição. Jamais um justo foi crucificado naquela cruz, ali era o castigo para os malfeitores. A pior sentença de morte, uma morte violenta e dolorida. Mas naquela sexta feira algo diferente estava pra acontecer, pois um homem conhecido como Jesus de Nazaré o carpinteiro filho de José e Maria, homem simples e meigo, estava sendo julgado por fazer o bem. Ajudou viúvas e paralíticos, deu comida a quem estava com fome, livrou uma mulher acusada de adultério, aos cegos trouxe a luz, as crianças carinho.

Como pode alguém tão bom que nunca fez mal a ninguém ser julgado injustamente e receber uma sentença tão cruel? Sem ter do que acusa-lo Pilatos lavou as mãos. Um bandido metido a revolucionário foi solto em seu lugar, mais ao bom mestre restou a cruz. Seus algozes o feriram e escarneceram, mas Ele como ovelha muda perante os seus tosquiadores não abriu a boca. Em silencio suportou, quando já estava preso naquele madeiro em meio a salteadores ouviu alguém lhe dizer: Mestre quando estiveres no teu reino lembra-te de mim. Então Ele disse: Hoje mesmo estarás comigo no paraíso. O mestre do amor ensina mais uma lição aos seus: “Amar não é só quando a outra pessoa merece, mais a essência do cristianismo é amar os inimigos e aqueles que nos feriram”. Na cruz Jesus fez a maior declaração de amor para a humanidade entregando a sua própria vida. Está consumado! Foi o grito da vitória.
Após sua morte houve trevas, a terra tremeu e o véu que separava o homem de Deus no templo foi rasgado. A graça de Deus estava se manifestando aos homens, um novo caminho estava se abrindo para levar o homem a Deus através do sacrifício de Jesus. O servo sofredor que abandonou sua glória para se tornar humano e morrer como justo para justificar, cumpriu sua missão e voltou para sua glória ao lado do Pai.

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