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sábado, 2 de janeiro de 2016

Alegria e Regozijo

“…porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14.17)

Quando a Bíblia se refere à alegria espiritual o que está em foco é muito mais o sentimento de contentamento em Deus do que simplesmente a exteriorização de um sentimento de regozijo provocado por condições naturais.
Trata-se portanto de se estar satisfeito em toda e qualquer circunstância sabendo que tudo se encontra sob o controle de Deus e que Ele fará com que tudo contribua para o aperfeiçoamento espiritual do crente.
Em suma, o próprio Deus é a alegria do seu povo. E o fato de sabermos que Ele está alegre conosco é o motivo da nossa força e alegria; pois é impossível que haja alegria em nós, promovida pela Espírito Santo, quando o entristecemos por causa dos nossos pecados.
Nestas ocasiões, em vez de alegria e contentamento, deve haver tristeza e arrependimento para que a alegria possa ser restaurada.
Então, poderíamos chamar de insensatez ou disfarce quando o crente está se alegrando externamente, rindo-se à socapa, quando sabe no seu interior que Deus está entristecido com ele por causa dos seus pecados não confessados e abandonados.
O verdadeiro contentamento espiritual sempre brota de uma consciência pura e de uma fé não fingida.
Por conseguinte, este contentamento verdadeiro demanda obrigatoriamente que tenhamos consciência da nossa real condição perante Deus, uma vez que é por sabermos que estamos santificados que somos gratos e alegres pelo trabalho do Espírito Santo na purificação dos nossos corações.

Importa, então, que sejamos sinceros diante de Deus para que possamos contar sempre com o derramar da sua graça em nossas vidas. Deus que é santo e verdadeiro não pode aprovar ou incentivar um comportamento hipócrita, mentiroso.
Ele gerará alegria onde encontrar a verdade, e daí se dizer que o amor se alegra com a justiça e com a verdade.
Nosso Senhor se referiu à alegria que existe no céu, mesmo entre os anjos, quando apenas um pecador se converte a Deus. Disso depreendemos que um dos maiores motivos para alegrarmos a Deus é o de sermos achados envolvidos na Sua obra, principalmente no que respeita à salvação dos pecadores.
Onde falta este interesse nos corações dos crentes, pelo progresso do evangelho, há de se duvidar da natureza verdadeira do seu contentamento espiritual.

Como posso me alegrar estando indiferente ao grande interesse de Deus? Como Ele poderia me alegrar constantemente com a alegria que procede do Espírito, sabendo que com isso estaria incentivando e apoiando a minha indiferença?
Por isso, inspirado pelo Espírito, o apóstolo João afirmou que não tinha maior alegria do que a de ver seus filhos na fé andando na verdade do evangelho.
E este é o mesmo sentimento em todos aqueles que têm andado no Espírito. Nosso Senhor diz que devemos nos alegar e exultar quando formos perseguidos e injuriados por causa do seu nome.
O apóstolo Tiago diz que devemos ter por motivo de toda a alegria o passarmos por várias provações. Por acaso estariam se referindo a se ter um sorriso nos lábios em meio aos sofrimentos ou a um contentamento interno, ainda que tristes pelas coisas sofridas, por sabermos que tudo isto sucede para confirmar que somos de fato filhos de Deus?
Evidentemente é algo antinatural e pode até parecer zombeteiro e insano estar dando risadas em meio a sofrimentos.
Concluímos então que é possível estar entristecido pelas circunstâncias exteriores, mas alegre no interior pela sensação de paz e segurança que temos da parte do Espírito Santo, ainda que em meio aos piores conflitos.
Então nosso Senhor e apóstolos ensinam que é possível e necessário desfrutar da sua paz e alegria nas horas difíceis da vida.
O apóstolo Paulo recomenda portanto que sejamos pacientes na tribulação e sempre alegres no Senhor.
Nada há de errado com a alegria que é natural, se esta é gerada por motivos corretos, todavia, nunca deve ser confundida com aquela alegria que não é passageira como ela, e que é fruto do Espírito Santo – a alegria que nada pode apagar ou roubar – a alegria que prevalece sobre todas as circunstâncias, e que enche de significado o nosso viver.

Nunca é demais recordar que a epístola aos Filipenses – conhecida como a epístola da alegria – foi escrita pelo apóstolo Paulo quando Ele se encontrava numa prisão romana.
Tudo isto é possível porque esta alegria é “no Senhor”, a saber, procedente dele na nossa comunhão com Ele.
Fonte:http://noticias.gospelmais.com.br/

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