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quarta-feira, 23 de março de 2016

Jesus, Amor Extremo!

Não há nada intrinsecamente santo com relação a esses dias em especial, mas durante a maior parte da história da igreja, os cristãos têm separado oito dias entre o Domingo de Ramos e o Domingo de Páscoa para uma concentração solene (Romanos 14:5-6). Esta sequência de dias proporciona um intervalo anual para que nos concentremos atentamente nos maiores eventos da história humana: os atos de nosso Salvador Jesus Cristo. “Fixe seu olhar firmemente nele,” John Piper escreve sobre a Semana Santa, “enquanto ele ama você ao extremo.”

Essa palavra — extremo — é carregada de significado. Jesus morreu voluntariamente por seus amigos e suportou graus inimagináveis de sofrimento para fazê-lo (João 13:1). Amar ao extremo é amar livremente, sem reservas ou limites, e sem defeitos ou falhas. Um amor ao extremo é inextinguível, irresistível e resoluto. Conforme assistimos sua prisão, julgamento e morte se desdobrarem por oito dias, nós observamos um Cristo faz caso de dor ou acusação em seu caminho para redimir pecadores perdidos. Este é o homem que “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Filipenses 2:8). Isso é amor ao extremo.

Conforme história da morte de Cristo atinge nossos sentidos, lemos sobre um Salvador que exercita sua própria autoridade sobre a morte e promete tomar de volta sua própria vida no fim (João 10:18). “Qualquer um que faz uma afirmação como essa,” Piper escreve, “está mentalmente perturbado, mentindo, ou é Deus.” Tudo depende de como respondemos a estas opções. O que fazemos com este Jesus que ama ao extremo e atropela a morte?
http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/03/prefacio-do-editor-amor-ao-extremo/

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