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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Não se Cobre o Mal com o Bem

Uma grande e importante verdade que poucos conhecem é que a justiça de Deus exige de nós, para que possamos ser aceitos por Ele e participarmos da Sua vida, conformidade absoluta com a Sua perfeita santidade por todos os dias e segundos de nossas vidas, desde o nascimento até a morte.
O mal deve ser punido e o bem deve ser recompensado. Um não pode ser tomado pelo outro. Um não pode apagar o outro.
Disto se depreende que a justiça divina não pode ser satisfeita, portanto, por nossas obras de caridade, ou por quaisquer outros atos que julguemos bons, para cobrir nossos erros e falhas.
Deve ser lembrado também, na consideração do que é absolutamente justo, que Deus não leva em conta somente nossas ações, mas também nossas atitudes, intenções, pensamentos, palavras e omissões.
Vemos assim que se Jesus não nos fosse dado para ser a nossa JUSTIÇA, ao pagar a dívida de todos os nossos pecados morrendo em nosso lugar na cruz, carregando sobre Si mesmo toda a nossa culpa, estaríamos irremediavelmente perdidos para sempre.
A justiça que pode agradar a Deus, segundo os homens, entende somente a retribuição do mal com castigos, ou a compensação do mal com boas obras; e a recompensa do bem – a propósito, é nisto que se funda a teoria da reencarnação; mas Deus vê a justiça de outra forma quanto a poder se relacionar conosco: Ele nos dá Jesus Cristo – pois pune todo o nosso pecado nEle – para que recebamos dEle a graça que nos justifica, somente mediante a fé, e para que estejamos unidos a Ele em espírito, pois Ele fez tudo o que era necessário para que pudéssemos ser aceitos por Deus apesar de sermos pecadores – nisto, Deus não nos está dando nenhuma compensação pelo mal que praticamos, mas exercendo o livre favor de Sua soberania e bondade, perdoando-nos todas as nossas dívidas e nos recebendo como filhos amados para sempre – é justo que assim o faça porque castigou todos os nossos pecados em Jesus, quando morreu em nosso lugar.
Glórias a Deus por Seu grande amor e Sua grande bondade e misericórdia, pelos quais preparou para nós um Caminho para que pudéssemos voltar para Ele, sem precisarmos contar com a nossa própria justiça, pois vivemos pela Justiça de um outro, a saber, a de nosso Senhor Jesus Cristo.
E uma vez tendo entrado neste Caminho estreito, começamos a ter um real interesse por um viver verdadeiramente justo e santo, e isto nos é concedido pela santificação que é operada pela Palavra de Deus sendo aplicada em nós pelo poder do Espírito Santo.

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