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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

ORAÇÃO E VIGILÂNCIA

“Perseverai na oração, vigiando com ações de graças” Cl 4.2
Oração é um exercício espiritual que exige esforço e perseverança. Trata-se de uma luta, às vezes, de sangrento suor. Há aqueles que agonizam em oração. Não poucos regam o solo, onde cravam seus joelhos, com abundantes lágrimas. Além de orar não podemos vacilar. Precisamos orar e vigiar, e vigiar protegendo nosso coração de todo ataque da amargura e ingratidão. A caminhada da vida é feita, muitas vezes, na esteira do sofrimento. A providência, às vezes, é carrancuda.
Cruzamos vales sombrios e desertos inóspitos. Navegamos por mares revoltos e enfrentamos ondas encapeladas. Suportamos pressão e ameaças de inimigos visíveis e invisíveis. Somos acuados e emparedados por problemas maiores do que nossas forças. Nessas horas, quando sentimos o bafo do inimigo sobre nós, precisamos perseverar na oração, vigiando com ações de graças. Mesmo sob circunstâncias medonhas, encurralados pelos sentimentos mais atordoantes, quando nos colocamos de joelhos, encontramos motivos para agradecer.
O jardim de oração trescala o perfume da gratidão. Onde os joelhos se dobram para orar, os lábios se abrem para agradecer. A perseverança na oração sempre desembocará nas torrentes de ações de graças. Não esmoreça, ore. Não murmure, louve. Não reclame, agradeça!
Referência para leitura: Colossenses 4.2-6

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