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domingo, 22 de dezembro de 2013

Destruindo a Fábrica do Mal e Não Apenas os Seus Produtos

O domínio do pecado não é uma mera força contra a vontade e os esforços dos que estão sob ele. Este domínio consiste principalmente na conquista da mente e de todas as suas faculdades, e especialmente da vontade, por meio de fascínio e tentações para os quais a natureza humana não está capacitada a resistir e vencer. Tanto que, ainda que alguém resista à prática consumada do pecado, todavia, o desejo permanece no interior do coração.
Esta vitória é alcançada somente pela nova natureza recebida na conversão a Cristo, pela qual somos feitos coparticipantes da natureza divina. É o novo homem criado segundo a justiça em Cristo Jesus que está habilitado a vencer o pecado, por meio da graça. O velho homem nada pode fazer porque se encontra morto espiritualmente, em delitos e pecados.
Por isso, ao se referir à nossa escravidão ao pecado, nosso Senhor afirmou que somente ele pode nos livrar desta servidão, uma vez que não há poder na nossa própria natureza para tal propósito.
Não se vence portanto o pecado, por ações violentas de nossa própria vontade contra ele, nem com meras deliberações de que faremos uma reforma de nossas vidas, mas nos sujeitando efetivamente ao poder de Deus, que nos purifica de todo o pecado, com base no sangue que Jesus derramou para a sua expiação.
Aquele portanto, que pode distinguir entre o que seja a natureza do pecado em si, e as meras impressões do pecado sobre a nossa mente e vontade, está a caminho da paz, porque certamente, sairá mais do que vencedor desta guerra contra o pecado, por meio de um viver santificado pela graça e aplicação da Palavra de Deus ao seu coração, pelo Espírito Santo.
Mais do que evitar determinados pecados, deve-se combater o mal pela raiz, pela subjugação do princípio do pecado que opera na carne, por meio de um andar no Espírito Santo, e na novidade de vida da nova criatura que fomos feitos em Jesus.
Vê-se com isto quão importante é a prática da oração, da meditação na Palavra, da vigilância do coração, e de todos os demais exercícios espirituais que nos são ordenados por Deus para que tenhamos um viver vitorioso sobre todas as forças do mal, quer externas, quer internas.

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