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quarta-feira, 1 de junho de 2016

O PEDIDO SOLENE DE UM PAI

“Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos”Pv 23.26
A forma mais profunda de envolvimento no processo ensino-aprendizagem, dentro do lar, é quando os filhos obedecem aos pais não apenas por obrigação, mas fazem isso com todas as forças de sua alma num sinal de profundo apego a eles. O pedido ao filho é eloquente. O pai não pede coisas. Não pede observância a seus ensinos. Não pede o cuidado do filho quando chegar à velhice. O pai pede o coração do filho. Do coração procedem as fontes da vida.
Quando damos nosso coração a alguém, tudo o mais vem em seguida. Todas as demais coisas vêm a reboque. Quando um filho dá seu coração a seu pai, obedece-o com prazer e automaticamente seus olhos agradar-se-ão dos seus caminhos e se deleitarão nele. Esse mesmo princípio deve ser usado em relação a Deus. O que Deus requer de nós, mais do que qualquer outra coisa, é o nosso coração.
Precisamos nos tornar para Deus para que ele se torne para nós. Precisamos amar a Deus de todo o nosso coração, com toda a nossa força e de todo o nosso entendimento. Então, nossos olhos se deleitarão em contemplar as maravilhas de seu caminho. Se o nosso coração não for de Deus, nossa obediência a ele será um fardo pesado e não um deleite. Será uma relação legalista e não uma comunhão de amor. Você já deu o seu coração para Deus?
Referência para leitura: Provérbios 23.15-27

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