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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

JESUS, O FILHO DO ALTÍSSIMO


“Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai”Lc 1.32
Jesus, o filho de Maria é, também, o Filho de Deus, o Filho do Altíssimo. Ele foi concebido por obra do Espírito Santo. Não herdou o pecado original nem jamais cometeu qualquer transgressão. Dolo nenhum se achou em sua boca. Jesus é Deus de Deus, luz de luz, coigual, coeterno e consubstancial com o Pai. Ele não foi criado; é o criador de todas as coisas. Não passou a existir; é o Pai da eternidade. Sempre desfrutou de glória eterna com o Pai antes mesmo da fundação do mundo.
Na plenitude dos tempos, porém, veio ao mundo, nasceu de mulher, nasceu sob a lei, para salvar o seu povo de seus pecados. Aquele menino, enfaixado em panos e deitado na manjedoura, era o próprio Deus encarnado, o eterno Filho de Deus. O Natal, portanto, nos fala do maior de todos os acontecimentos: Deus entrou em nossa história, se fez um de nós, habitou entre nós e manifestou a nós a glória do Pai.
Ele é a imagem do Deus invisível, o resplendor da glória e a expressão exata do seu ser. Jesus tem os mesmos atributos de Deus e realizou as mesmas obras. Ele se declarou Filho de Deus e foi adorado como Deus. Jesus é perfeitamente homem e perfeitamente Deus. Não perdeu sua divindade ao se fazer homem nem perdeu sua humanidade por ser eternamente Deus. Oh, sublime mistério, o mistério do Natal!
Referência para leitura: Lucas 1.32-38

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