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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

UMA ORAÇÃO DAS PROFUNDEZAS

“E disse: Na minha angústia, clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz”Jn 2.2
O nosso grito de angústia sempre encontrará os ouvidos abertos de Deus. Orar não é apenas um exercício espiritual que acalma os vendavais da alma nem é um sugestionamento psicológico para abrandar as tensões do coração. Orar é falar com aquele que está assentado no trono e buscar socorro naquele que tem todo poder e autoridade nos céus e na terra. A oração não muda apenas os nossos sentimentos, muda também as circunstâncias.
Deus jamais rejeita um coração quebrantado. Os ouvidos de Deus estão sempre abertos à súplica dos aflitos. A Bíblia diz: “Invoca-me no dia da angústia, eu te livrarei e tu me glorificarás” (Sl 50.15). Os marinheiros invocaram os seus deuses e não encontraram resposta. Os ídolos não podem ouvir as orações. Não há esperança de orações respondidas no panteão dos “santos” canonizados por um decreto papal. Porém, aqueles que clamam ao Deus vivo, encontram resposta para as suas angústias. Os ouvidos de Deus não estão fechados nem sua mão encolhida.
Pela oração triunfamos nas batalhas e os inimigos são desbaratados. Pela oração a boca dos leões é fechada e o fogo cessa de devorar. Pela oração os mártires caminharam firmes para a fogueira e não temeram a morte. Pela oração Jonas emergiu do abismo e encontrou abrigo nos braços do Eterno.
Referência para leitura: Jonas 2.1-10

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